LIMPEZA E ENERGIZAÇÃO DE CRISTAIS

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CUIDADOS DE LIMPEZA
Ao comprar ou receber cristais, deve-se limpá-los, a fim de retirar quaisquer vibrações
negativas porventura acumuladas em sua trajetória.
Você poderá sentir necessidade de limpá-los de tempos em tempo. Use a sua sensibilidade, ou os limpe sempre após alguma utilização. A limpezatambém reajusta sua vibração, para  que se tornem receptivos ao novo lar e proprietário.
Deixe os cristais num recipiente de vidrobranco, transparente, em água com bastante sal  (depreferência sal grosso ou água do mar), por cerca de 24 horas. Em seguida, lave com água corrente e energize.

Para os seus cristais montados em pendentes que se ressentem ao sal e a água, o
melhor é colocá-los sobre um aglomerado de quartzo já limpo e energizado.
Como qualquer outra coisa, cristais e pedras gostam de ser tratados de maneira
respeitosa e amorosa. Eles gostam de estar com um aspecto claro, que lhes permita
refletir sua luz e irradiar sua beleza.
Bolsinhas de cetim, seda, veludo ou algodão, de cores escuras, constituem
excelentes estojos para o transporte das pedras, protegidas para que não se lasquem, nem
sejam influenciadas por outras energias que não as suas.
ENERGIZAÇÃO
Deixe que os cristais sequem em contato com a natureza (luz solar ou da lua)durante 3 horas no mínimo. Pode-se também enterrá-los num jardim ou vaso de plantas.
Defume-os com incensos a base de sálvia, cedro e artemísia. Qualquer força da natureza
carrega o cristal, como se fosse uma bateria (tempestades, ventos).
Como já foi dito, no caso de pendentes engastados, coloca-se a pedra necessitada
de carga energética, sobre um aglomerado de quartzo.
Você sentirá, de vez em quando, a necessidade de recarregar seus cristais,energizando-os. Quando os cristais são usados, tornam-se muito receptivos às vibrações
das pessoas. Podem assimilar e reter suas energias, por isso devem ser limpos e
recarregados após cada tratamento.

AVISOS

 O QUE SE QUEBRA

Quando um cristal se quebra, é porque absorveu energia negativa a você destinada. Deve ser jogado fora, numa força da natureza (mar, rio, terra). Ele esperou milhões de anos para cumprir sua função de proteger você, naquele momento.

 O QUE SE PERDE

Se você perder seu cristal, não fique triste. Os cristais são passageiros do tempo, que nos ensinam a aprender a lidar com a perda, entendendo que tudo em nossa vida tem uma função a cumprir, e deve permanecer apenas o tempo necessário para a troca da energia correta, preenchendo o momento com sua plenitude, e seguindo em frente para ceder espaço às coisas novas que necessitamos receber.

O QUE CAI

Está geralmente dando um aviso de qualquer acontecimento relacionado com sua cor ou tipo. A percepção do tipo de aviso que é, vai se depurando com o tempo. Geralmente, no exato momento da queda, alguma coisa “bate” em nossa mente

O QUE RACHA Se um cristal está-se rachando por dentro, à medida que o usamos, significa apenas que está trabalhando o equilíbrio de alguma questão do chakra a que corresponde. Devemos continuar a usá-lo, energizando-o, eventualmente, até dar a questão por resolvida.

MANIPULAÇÃO DOS CRISTAIS

USO PESSOAL A escolha de um cristal é uma questão de energia. A pessoa deve sentir-se atraída pela pedra, por sua cor, sua luz, sua forma. É uma sensação subtil e que cresce com o passar do tempo. Normalmente, aquela pedra que precisamos num dado momento de nossas vidas (seja em nível de crescimento espiritual ou de cura física ou emocional), chegará às nossas mãos, de uma forma ou de outra. Para adquirir uma pedra, deixe seu coração falar, ouça a sua voz interior, siga sua intuição, tente ver no cristal algo que o fascine. Segure-o na mão esquerda e sinta a sua vibração. Sinta se esta vibração irá se harmonizar com a sua energia.

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ÀGATA AZUL

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A ágata azul reflete o fluxo pacífico e melodioso da expressão.

Ligada a terra, permite que as pessoas dêem vida aos seus pensamentos e sentimentos.

É ideal para pessoas dispostas a expressarem exactamente o que pensam e sentem. Pode ser colocada sobre qualquer parte do corpo que precise de uma energia calmante, refrescante e suave.

É boa para a neutralização de energias vermelhas, como a raiva, as infecções, as inflamações e a febre.

SELENITE

 

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A selenita atua sobre os chakras transpessoais acima da cabeça, principalmente o “Portal das Estrelas” (décimo segundo). Não é considerada pedra preciosa porque é muito macia e sensível demais para ser lapidada. Não é raro se notar que a selenita muda de forma, às vezes curvando-se. Esta capacidade da selenita demonstra a maleabilidade do forma física quando em sintonia direta com a energia da luz do espírito. Por isso mesmo ela pode ser usada para promover flexibilidade à natureza, dando maior força às decisões.

No corpo físico, promove flexibilidade à estrutura muscular e ajuda a alinhar a coluna vertebral. Quando colocada na base da coluna com seu fluxo energético direcionado para cima, ajuda a remover bloqueios energéticos em qualquer parte da coluna. Na direção oposta, colocada na base do pescoço com o fluxo energético direcionado para baixo, ela vai ajudar a equilibrar o fluxo de energia vital na coluna. Também pode ser usada para facilitar a regeneração da estrutura das células, para corrigir deformações do sistema ósseo, e durante ataques de epilepsia.

Como a selenita é muito sensível, devemos procurar não dar espaço a pensamentos ou atitudes negativas enquanto estivermos trabalhando com ela, pois ela pode se fraturar ou quebrar.

Ao usar a selenita em meditações ou para ativar os chakras transpessoais, tenha ao mesmo tempo nas mãos, pés ou no chakra básico, pedras de ancoramento, como a hematita ou a turmalina preta. Outra função importantíssima da selenita é a limpeza e energização simultâneas de outras pedras, objetos, e até mesmo de pessoas ou ambientes. Por isso ela se transforma num instrumento indispensável para quem trabalha energeticamente com cristais ou com qualquer outro tipo de terapia energética.

Cristal de Quartzo branco

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Representa a iluminação, a união com Deus, com a consciência cósmica, e sua expressão no plano material.
Manifesta sua luz em pensamentos, emoções, sensações e ações. Recebe, ativa, guarda, amplifica e transmite todos os níveis de energia. Ativa todos os níveis de consciência. Abrange e interliga todas as dimensões, sendo utilizado, tanto na comunicação com o nosso ser superior, quanto no contato com espíritos guia e demais entidades dessas outras dimensões. Amplifica o efeito das demais pedras, além de substituí-las em suas funções.

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O Sal e os seus usos

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Sobre o sal…

O sal marinho é um sal principalmente constituído de cloreto de sódio, obtido por evaporação da água do mar, usado como ingrediente na cozinha, em produtos cosméticos, em produtos energéticos e em várias terapias. O seu conteúdo mineral dá-lhe um sabor diferente daquele do sal de mesa obtido a partir do sal de rocha ou sal-gema.
O sal marinho é extraído pela evaporação da água do mar enquanto o sal de rocha é retirado de minas subterrâneas, resultantes de lagos e mares antigos que secaram. Alguns acreditam que o sal marinho seja uma alternativa mais saudável ao sal refinado, que geralmente contém aditivos como os iodetos (usados como suplemento alimentar) e agentes antiaglomerantes. De todo modo, a ingestão diária de sódio de uma pessoa não deve ultrapassar mais do que 1.800 mg a 2.300 mg

O sal em Portugal

Perto da cidade de Aveiro podem ser visitadas as marinhas de Aveiro e, mais concretamente, as salinas tradicionais. Nos dias de hoje estão em produção pouco mais de três dezenas de salinas, estando a profissão de Marnoto (homem que extrai o sal da água) em “vias de extinção”. Curiosamente, a mulher do Marnoto é conhecida por Salineira. Por norma, todas as salinas aveirenses têm o nome da correspondente Salineira.

O sal de Aveiro «é muito mais do que sal». É matéria-prima para alguns produtos de qualidade, em que o primeiro é o sal ecológico produzido de forma tradicional. A «flor do sal», que é o «diamante das salinas», é outro dos produtos retirados da marinha Grã Caravela, a par da salicornia. O sal aveirense é a base do sabão de sal e dos sais de banho que são confeccionados naquela salina, aos quais outros produtos (da cosmética e da higiene corporal) se deverão juntar a curto prazo.

Das Origens do Sal…

Desde a Antiguidade que o sal é utilizado pelos homens e é considerado um bem muitíssimo precioso. Consideravam eles que era uma dádiva dos Deuses, e associaram-na tanto à religião, quanto à bruxaria. Para além disso, o seu valor monetário e económico era comparável ao do ouro, da seda e das especiarias.
A palavra sal vem do vocabulário grego “hals” e “halos”, que tanto significam sal como mar. Da mesma raiz se deriva a palavra “halita”, dada ao Cloreto de Sódio encontrado em depósitos naturais, que é o sal gema.

Na Roma Antiga, a principal via de transporte chamava-se “Via Salaria” ou “estrada do sal”. Era por essa via que chegavam as caravanas que traziam o sal para a capital do Império, era por ela que os centuriões transportavam os cristais preciosos para a cidade. Como pagamento eles recebiam o “salarium”, que significava “dinheiro para comprar sal” e recebiam igualmente umas medidas de sal como pagamento de parte dos seus emolumentos. O sal tinha assim um valor económico como unidade monetária. O uso da palavra “salarium” perdurou ao longo dos tempos, reconhecendo-se o seu nome na raiz etimológica da palavra “salário” (do latim “salariu”, ou “ração de sal”, “soldo”).

Desde 2000 aC. que o sal é usado como forma de preservar os alimentos, carne, peixe… Se nos nossos dias encaramos o sal como um alimento perfeitamente comum, tão comum que a generalidade das pessoas nem lhe dá a mínima importância (a não ser para dizer que a comida está salgada ou sem sal), as coisas nem sempre foram assim…

O uso do sal ao longo dos tempos e culturas

Na Antiguidade, era oferecido aos deuses, era usado pelos sacerdotes tanto em liturgias religiosas como em cerimónias mágicas, como para afastar os demónios. Os assírios utilizavam-no nos cultos religiosos. No antigo Egipto, o sal foi considerado matéria sagrada e era usado como produto sagrado, sendo feitas oferendas de sal aos Deuses; os egípcios usavam igualmente o sal para desidratar e embalsamar o corpo dos faraós. Já os romanos consideravam o sal um símbolo de sabedoria, e por isso usavam-no num ritual aos recém-nascidos: derramavam sal sobre eles para que não lhes faltasse a sabedoria.
Os Romanos e os Gregos nos seus sacrifícios aos deuses do lar, deitavam Sal na cabeça do animal, para o purificar. Para eles o sal simbolizava igualmente a destruição e a infertilidade, daí a pratica dos romanos espalharem sal nas terras conquistadas: para elas se tornarem estéreis para sempre. Era um sinal de perpétua desolação. Os Romanos tinham uma expressão para exprimir a infidelidade a uma amizade que era “trair a promessa e o sal”. Assim desde aqueles tempos a ausência de um saleiro sobre a mesa representava um presságio, tanto quanto o sal derramado.

Da prática ritualista destes povos, bem como do povo hebreu, de salgar os sacrifícios oferecidos aos Deuses, nasce uma superstição muito comum na Antiguidade. Se o sal era derrubado na hora do sacrifício, prenunciava má sorte.
Para os hebreus, o sal era um elemento purificador. O sal sempre teve um grande simbolismo, sendo o símbolo da perenidade da aliança entre Deus e o povo de Israel e no cristianismo, mantem-se a crença judaica do sal como purificador, assim no ritual de baptismo era colocado sal nos lábios dos recém-nascidos.

Na Idade Média, os alquimistas usavam o sal como elemento entre o mercúrio e o enxofre, sendo essencial à transmutação de metais. O sal continuava a ser indispensável para afastar os maus espíritos, os demónios e as bruxas. Assim, deitava-se sal na chaminé da casa para impedir os demónios de nela entrarem. E o facto de alguém comer alimentos sem sal era considerado altamente suspeito…
Proliferaram igualmente as superstições relativas ao sal, mantendo-se a superstição de que desperdiçar sal era mau agouro, era sinal de malefício. Nesta época, o Sal separava senhores e servos, os que tinham dinheiro e os que não tinham. Na obra de Leonardo da Vinci (1452-1519), “A última ceia” retrata um saleiro derrubado diante de Judas e apontando na sua direcção. Já naquela época se dizia, que alguém que entornasse sal deveria pegar nalgum do que foi derramado e lançá-lo para trás do ombro esquerdo, lado que representava o mal.
Os árabes citam recomendações de Maomé para: “começar pelo sal e terminar com o sal; porque o sal cura numerosos males”.

O sal na bíblia

Na Bíblia, as primeiras referências ao sal estão no Antigo Testamento, no Livro de Jó, com data estimada de 300 anos aC., sendo que o menciona com frequência, seja no contexto prático da vida, seja simbolicamente (significa nomeadamente pureza, incorruptibilidade, fidelidade). Em contrapartida no Novo Testamento a referência ao sal torna-se metafórica. No sermão da Montanha, Jesus diz aos apóstolos “vós sois o sal da terra”. Os Livros de Mateus e Marcos fazem alusão ao sal como dádiva da terra.

O Sal nas culturas místicas

O sal foi e tem sido usado no esoterismo e bruxaria para afastar as energias más e/ou os maus espíritos.
No sec. XVI, o sal foi abolido por Lutero no ritual de baptismo da religião protestante. No entanto, o uso do sal perdurou no baptizado católico até 1973 sendo usado na liturgia religiosa dos baptizados de forma a simbolizar a expulsão do demónio (purificação), e igualmente o sinal de sabedoria sobre o recém-nascido. Ainda hoje, na Páscoa Judaica, no Pessach, as batatas e os ovos cozidos são regados com água salgada. Tal simboliza as lágrimas derramadas pelos judeus na travessia do deserto, durante a fuga do Egito.
Para os gregos, hebreus e árabes o sal é considerado o símbolo da amizade e hospitalidade, sendo que na Arábia comer sal acompanhado é considerado uma acção sagrada e no médio oriente acredita-se que quando duas pessoas comem sal juntas, formam um vínculo. Por isso, usa-se sal para selar um contrato com regularidade.

Em Marrocos deita-se sal nos lugares escuros para espantar os maus espíritos. Em Laos e Sião, as mulheres grávidas lavam-se diariamente com água e Sal, para proteger-se contra as maldições. Nos países Nórdicos, coloca-se Sal junto ao berço das crianças, para as proteger. No Havai, a pessoa que volta de um funeral polvilha sal sobre si mesma, para garantir que maus espíritos que rondassem o defunto não a acompanhem em casa.
No Japão, o sal “shio” é considerado um purificador. Os Japoneses têm a seguinte lenda: o grande Kami Izanakino-Mikoto, desejou que sua mulher fosse levada para um lugar distante, sentindo a falta dela e arrependido por ter feito aquele pedido, foi purificar-se nas águas do mar. Os japoneses têm o costume de deitar sal na soleira da porta de suas casas depois de alguém não desejado ter saído. Os lutadores de sumo, para a luta ser leal, deitam sal no ringue. Também se espalha sal no palco antes de uma apresentação para evitar que os maus espíritos roguem pragas sobre os actores.

Vemos portanto que o sal é amplamente utilizado no esoterismo, em vários rituais de magia, em terapias energéticas, em rituais religiosos e sempre com uma função purificadora, seja ele usado sozinho seja em conjunto com outros produtos. Fonte – portugal místico

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Quiromancia

Quiromancia“Essa imagem é um bom guia para destrinchar as mãos! Cada parte mais fofinha na palma da mão forma um monte. Como vocês podem observar na foto, cada monte é regido por um planeta. Sabendo o significado dos planetas pode-se decifrar esses montes.

Linhas que caminham em direção a um monte faz com que esse seja regido por aquele planeta. Então se a linha do destino caminhar para o monte de Saturno (que é o que se espera) a pessoa vai ser muito determinada, ter uma grande força de vontade, mas se ela caminhar para Júpiter quer dizer que ela assumirá uma posição de liderança em um grupo e terá muita sorte na vida.
Outro ponto importante é que um monte vai ser forte quando ele é mais proeminente (mais gordinho), se for muito reto a pessoa não tem aquela influência, se for fundo ela tem deficiência daquilo na sua vida. Por isso se faz necessário tocar nas mãos quando praticamos a Quiromancia.

No caso de um monte ser uma depressão e uma linha caminhar para ele a leitura será também afetada de forma oposta. Isso é muito relevante.

Se a linha da intuição caminhar até o monte de Mercúrio a pessoa vai conseguir ter uma intuição muito forte e compreendê-la muito bem.

Quando linhas se cruzam pode ser um problema, por exemplo se a linha da cabeça cruzar com a linha do coração a pessoa será muito sanguínea, ou muito emocional e se deixará levar muito pelos sentimentos. Se elas se afastarem demais uma da outra ou uma das linhas estiver muito fraca ela terá pouca energia na linha em questão. No caso do afastamento entre duas linhas fará com que a pessoa tenha dificuldade em lidar com os dois assuntos de uma forma harmónica. Exemplo se a linha da cabeça for muito afastada da linha do coração a pessoa não consegue lidar bem com os sentimentos e não consegue entender o outro e nem expressar seus sentimentos!

O monte de Vénus muito proeminente fará com que a pessoa faça amizades facilmente e seja muito popular se a linha da vida estiver muito próxima a ela, ela será muito famosa e bonita.

Um monte da Lua proeminente vai conferir muita intuição à pessoa e por isso ela terá mais facilidade de arriscar na vida, se tornando assim uma pessoa mais corajosa, com mais auto-estima. E isso se reforçará se o monte Mercúrio for igual.

O monte do Sol fará uma pessoa muito criativa, mas muito ambiciosa e competitiva. Entre o polegar e o dedo indicador fica o monte de Marte, bem ao lado do monte de Júpiter (não aparece na figura), um monte que nem todo mundo tem, mas se tiver essa pessoa vai ser muito sexual, tem dom para luta e desportos.

Em outra postagem falarei sobre as falanges, sobre marcas e sobre os elementos dos dedos!

Vindo de família de quiromantes o dom para ler as mãos é natural, é algo que sempre me fascina, já fiz uma postagem aqui mais genérica. mas decidi falar mais para vocês porque pessoas tem me pedido para ler as mãos ultimamente, parece que eu estou voltando no tempo, na época do colégio onde eu ficava o recreio inteiro lendo a mão das minhas amigas!

(…)

Uma coisa importante antes de ver tudo isso que eu falei aí em cima, o quiromante toca nas mãos da pessoa, sente a energia, vê a forma das unhas, segura nas falanges, toca em todos os montes. Depois eu faço uma postagem disso!”

Fonte: “Mahou Tatsu Ryu

Metaloterapia – A força mística dos Metais – Chumbo

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O CHUMBO

Há mais de 3.000 anos antes de Cristo, o chumbo já era conhecido pelos gregos e pelos etruscos. Os egípcios o utilizaram para seus ornamentos. Os assírios usaram placas de chumbo para a construção dos Jardins Suspensos da Babilônia e os chineses cunharam moedas com esse metal.
O chumbo também foi utilizado nos aquedutos romanos e foram encontrados ainda em bom estado, nas escavações feitas em Pompéia.
Sendo fácil de ser trabalhado e resistente à corrosão e à prova de água, o chumbo encontrou inúmeras aplicações ao longo do tempo, em todos os setores de atividade do homem.
A sua mais importante participação da História da Humanidade foi na descoberta da imprensa, cujos tipos, feitos de chumbo, proporcionaram a publicação de livros, disseminando o conhecimento e o saber.
É um metal que precisa ser usado com cautela, pois provoca riscos de envenenamento, acumulando-se no organismo, até levá-lo a um colapso.
Na homeopatia é usado, altamente diluído, no tratamento de constipações intestinais, problemas de distrofia musculares, esclerose, depressão, delírio, angústia e fobias.

Artigo retirado do Livro ” A força Mística dos metais” –  L.P. Baçan

 

Metaloterapia – A força mística dos Metais – Alumínio

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O ALUMÍNIO

Há pouco mais de cem anos, o Imperador Napoleão III, da França, rececionou o Rei do Sião utilizando seu mais valioso aparelho de jantar, feito de… alumínio, já que o de ouro era reservado a hóspedes menos ilustres.
Isso dá uma ideia de como esse material é recente na história da tecnologia mundial, pois foi descoberto em 1809 e apenas a partir de 1886 se descobriu o processo de obtenção desse metal em escala industrial, barateando os custos de produção.
Por ser um metal barato, ele se popularizou rapidamente, embora as restrições quanto ao seu uso ainda existam por parte dos modernos alquimistas e de nomes importantes ligados à área de alimentação. Segundo eles, o alumínio reage fortemente com os alimentos que estão sendo cozidos e há estudos sérios apontando um nível cancerígeno muito alto, nos resultados de testes feitos em laboratório.
Ainda assim, na homeopatia encontra aplicações para tratamento de improdutividade, falta de disciplina e de motivação, fraquezas, tonturas, depressão e outros males físicos, além de males espirituais em geral. Na medicina tradicional, seu uso aparece nos tratamentos do tétano, doenças no sistema digestivo, suor excessivo nas palmas das mãos e outros.

Artigo retirado do Livro ” A força Mística dos metais” –  L.P. Baçan